Flores. Rosas, vermelhas, violetas, amarelas. Grandes, exuberantes, amorosas e singelas. Tão rica em sua simplicidade, tão graciosa em sua homengem. Representam tudo aquilo que as palavras já não conseguem expressar, esboçam tudo o que o coração não consegue mais aguentar, e de maneira simplória, faz-se ouvir por aqueles que dificilmente conseguem se calar. Visto sua grandeza, não é qualquer pessoa que as apreciam de maneira tão complexa, porém, estão a disposição de todos, meninos e meninas. Ainda assim, há aqueles que resistam à essa moda antiga. Entretanto, seus amantes seguem por aí, doces e fiéis, com lindos e sinceros buquês de margaridas nas mãos.
Amantes
domingo, 24 de julho de 2011
Margaridas
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Eternos como livros
Certa vez me disseram que livros eram eternos, pois não saem de moda, muito menos seguem uma tendência. Não têm caráter fútil, e pra quem gosta é sempre um prazer recebê-los em uma tarde fria de verão. Livros trazem conhecimento, informações, contos de amores, traições, lealdade, amizades e paixões. Platônicos ou não, os amantes destes fiéis amigos os levam consigo para onde for, o tempo que for. Tempo este que não envelhece nossos companheiros, e sim, os deixam mais maduros. E por mais empoeirados que fiquem, estarão sempre ao nosso alcance.
"Amizades são como livros: quando bem cuidados, duram a vida inteira. E mesmo que se percam com o passar dos anos, você jamais se esquecerá do sabor e do amor lidos naquele conto. " Renata Carnevalli
Ao Rafael DaHora Prado, tão eterno quanto todos os contos que já li.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Tempo
O tempo passa, o tempo muda, o tempo apaga. O tempo que faz passar os ventos pelos teus cabelos, muda os ares da tua atmosfera, atrai novidades e amadurece tuas idéias. O tempo faz passar a infantilidade, jamais a juventude. O tempo muda maneiras de se portar, jamais princípios. O tempo apaga besteiras, porém jamais apagará àquelas feitas entre amigos.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sinta-se
É tão bom sentir-se livre, sentir-se em paz com a sua alma, corpo e espírito. Sentir-se bem consigo, bem com todos, bem pro choro e pro riso. É tão adorável ajudar seus amigos, aconselhar inimigos, desfazer todas as mágoas, e reviver lembranças guardadas a um fundo quase inesquecível. É muito bom sentir-se feliz por sí, sentir-se completo por só, sentir que tens o mundo aos teus pés e os necessários ao alcançe de tuas mãos. A paz interior não tem preço, é inigualável e nada lhe dará maior prazer e felicidade. A plenitude está dentro de cada um, no teu mais fundo, claro e obscuro interior, no meio á diversas qualidades e imensos defeitos; só a encontra quem aceita a realidade da vida e a vive. Simples assim.
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